METODOLOGIA:
Quanto aos procedimentos metodológicos o projeto está estruturado em ciclos de cooperação com víes formativo e investigativo numa perspectiva diálogico-vivencial.
No contexto deste projeto pode-se entender cooperação como o esforço coordenado por indivíduos pertencentes aos grupos étnicos, raciais e de classe para se atingir objetivos comuns. Então, a base para o desenvolvimento de uma estratégia de efetiva cooperação no projeto está composta de princípios fundamentais: confiança mútua entre os estudantes e a equipe envolvidas (particularmente entre os próprios estudantes); visão comum baseada, principalmente, na importância sobre o conhecimento sobre a realidade de seus países e as oportunidades que podem ser geradas para que outras pessoas conheçam essa mesma realidade.
Os ciclos de cooperação envolverá prioritariamente estudantes de graduação e do Programa PEC-G, á partir de ações que entrelaça ensino, pesquisa e extensão na forma dialógico-vivencial interligando três ciclos a seguir: de formação de extensionista; vivência na pesquisa e diálogos em comunidades tradicionais.
A ação de pesquisa está fundamentada na metodologia da pesquisa-ação onde construiremos diálogos nas comunidades tradicionais, quais seja, comunidades no território de quilombolas e indígenas, buscando identificar e examinar suas potencialidades sócio-culturais e econômicas. No campo da extensão desenvolveremos ciclos de diálogos, focados na realidade local e também na realidade dos países de origem dos estudantes. Neste sentido a metodologia da pesquisa-ação configura-se como valiosa estratégia de intervenção científica em que as ações de pesquisa configuram-se a partir do diálogo e vivências locais.
Os estudantes do PEC-G dos cursos de graduação vão à campo e assumem a função de facilitadores para construção de investigação, análise e síntese das dinâmicas territoriais do espaço dessas comunidades tradicionais.
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